quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Agentes penitenciários realizam assembleia e esperam avanço com novo governo



Os agentes penitenciários do Rio Grande do Norte se reuniram em assembleia geral, nesta quarta-feira (28), e reforçaram a necessidade de medidas urgentes para o segmento. A categoria espera sensibilizar o novo Governo do Estado como a revitalização, gestão e modernização das unidades prisionais e valorização dos profissionais.

"Nossa pauta completa foi entregue ao secretário da Justiça e Cidadania e, agora, a categoria espera uma resposta para os pontos apresentados, principalmente, sobre o envio do nosso Plano de Cargo e Carreira para votação na Assembleia Legislativa", disse Vilma Batista, presidente do Sindasp-RN.

Ela ressaltou, inclusive, que o Governo já fez alguns encaminhamentos, como projeto para criação da equipe que aplicará os exames psicológicos e prática de tiro, que é uma exigência do Estatuto do Desarmamento para registro de armas.


Segundo Vilma, houve avanço também em algumas reuniões no Gabinete Civil e está agendada outra reunião para o dia 2 de fevereiro com a chefe do Gabinete Civil, o titular da Sejuc e o Sindasp, na qual se espera o discurso de entendimento, com o propósito dessa gestão, que é a eficiência e eficácia.

"Apesar disso, a categoria já havia deliberado desde a última assembleia, que a prioridade número 1, no momento, é o PCCR, tendo em vista que várias categorias foram beneficiadas com reajuste salarial, inclusive o governador, secretários e deputados, enquanto os agentes penitenciários estão com salários defasados", completa a presidente do Sindicato.

Diante disso, os agentes penitenciários marcaram nova assembleia geral para o dia 12 de fevereiro. De acordo com Vilma Batista, a categoria espera que até lá o Governo já tenha enviado o projeto do PCCR para a Assembleia Legislativa ou pelo menos tenha um posicionamento definitivo sobre o assunto.

"Esperamos que haja avanço no diálogo e no cumprimento das pautas, caso contrário, não está descartado por parte dos agentes um movimento paredista", afirma Vilma Batista.




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